terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PROFESSOR: A Hora é essa



          
 A Hora é essa,


O ano letivo está começando, o planejamento é fundamental principalmente quando o professor muda de escola, pois cada escola tem sua filosofia de trabalho e pode ser um choque para o profissional que não estiver preparado, mas não fique preocupado, qual profissional tem o privilegio de mudar de local de trabalho com tanta freqüência, dando continuidade ou não, sendo bom o ruim nosso antigo local de trabalho, lembre-se quem faz o ambiente é você. O alunado tem muita informação, mas pouco conhecimento e agora entra você professor mediando uma nova historia cheio de projetos e desafios para seus novos alunos. Uma roda de capoeira é linda e maravilhosa a bateria, as cantigas, os golpes e acrobacias, mas tudo começa num simples gingar. O professor é o grande responsável pela obra, estamos vivendo para o futuro e esquecendo-se de viver o presente. Viva o agora à hora é essa...

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O imediatismo do prazer pode ser um tiro no escuro!!!


Conquista....

Ultimamente vivemos em um mundo consumista cheio de vitrines que enchem nossos olhos! Tudo parece tão palpável que o prazer de adquirir algo é como um remédio que sanar a dor, mas e passar alguns minutos dessa sensação rápida e percebemos que aquilo já não faz mais algum efeito e nós deparamos com um vazio. Agora precisamos analisar o que realmente está acontecendo em nosso intimo, vários questionamentos são lançados ao ar e tentamos de todas as maneiras criarem desculpas para justificar esse prazer que na realidade não é prazer é somente uma válvula de escape. O imediatismo da conquista é o que está acontecendo, antigamente para alcançar algum feito era necessário planejamento e muita estratégia e assim depois de algum tempo de muito trabalho chegávamos ao objetivo que era a conquista do feito o prazer absoluto de que algo grandioso foi feito e assim você teria muito e muito tempo para digerir essa sensação maravilhosa da conquista que não tem nada de imediato e sim muito trabalho!

sábado, 6 de outubro de 2012

1ºFórum " A superação dos portadores de necessidades especiais"



O desafio está lançado: O Corpo Humano Como Fonte de Pesquisa, isso mesmo todo ano na rede municipal de Santana de Parnaíba ocorre o Educador Nota 10 que concorre a prêmios em dinheiro numa disputa que é avaliada através de provas e projetos, bom no meu caso é projeto, pois o Professor de Educação Física parece ser diferente dos demais, deve ser porque somos mais inteligentes. Eu estou concorrendo ao Projeto com o Titulo: “O corpo humano como Biblioteca: A Problematização da Visão e a Inclusão como Meio de Combate a Exclusão”. A essência desse projeto é o conhecimento adquirido durante anos de estudo onde o maior desafio foi elaborar uma proposta voltada para a formação dos educandos, sendo a experimentação o fator dominante do projeto, onde todos os alunos vivenciaram na prática a realidade de um portador de necessidades especiais, assim todo alunado pode brincar, sentir e conviver sendo tudo isso na prática. Os alunos viveram o cotidiano de um deficiente visual e socializaram com alunos portadores de necessidades especiais de diversos graus. O projeto defende a formação dos alunos em sua totalidade para que no futuro haja cidadãos críticos que respeite a si mesmo e ao próximo despido de preconceitos que hoje infelizmente está enraizado em nossa sociedade.
 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O Protagonista na Educação


              Filme O Educador: O Verdadeiro Protagonista da Educação são nossos Alunos
Estamos em 2012 e atualmente trabalho na educação como professor, Lecionando ou planejando aulas, desenvolvendo projetos, nunca imaginei que seria professor muito menos sonhei se quer um dia com essa profissão, mas o destino, as oportunidades me levaram para esse mundo cheio esperança, alegria, tristeza e principalmente para a realidade da vida. O professor na sua figura geral tem o “status” de deter o conhecimento e ser respeitado pela comunidade e pelas pessoas que o cercam, mas ninguém percebe que na realidade o protagonista na Educação são os alunos que refletem aquilo que seu professor transmite. A minha pouca experiência na educação está fazendo com que eu reflita bastante, esse meu segundo ano como educador está sendo muito diferente do primeiro, onde tudo era novidade, entretanto eu vivo com uma série de questionamentos e uma infinidade de informações que tento filtrar para que não escape nada, mesmo ciente de que seria impossível captar todas as informações, muito satisfeito, primeiramente por não estar estático e ao mesmo tempo vivendo a transformação constate da sociedade mediando conflitos e cheio de perspectiva para com a educação, sendo a Educação progenitora de possibilidades que afirmo ser infinitas. Expresso toda a minha vontade perante a Educação e desprovido de qualquer vaidade, sou “Coadjuvante” nessa historia e todos os alunos “Protagonistas” de uma realidade que só eles poderão escrever.

Profº André Luis – Coadjuvante
Educação Física

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Inclusão através da experimentação!!!



     A palavra inclusão significa compreender e é a partir desse ponto que iremos desenvolver uma série de intervenções no cotidiano dos nossos alunos, onde iniciaremos um processo pedagógico com ênfase na educação inclusiva, pois o projeto será desenvolvido com o foco na formação dos alunos que vivenciaram na prática as dificuldades que um portador de necessidades especiais sofre em seu cotidiano por conta de suas deficiências. A idéia é formar cidadãos mais conscientes e evitar que nossa sociedade se torne cada vez mais omissa quando o assunto é inclusão. Nosso país vive um momento de crescimento em vários setores, estamos na era da informação e não podemos deixar que essa aceleração tire os princípios humanos de igualdade e respeito com nosso semelhante, percebo que a busca por mais status dentro da sociedade está cegando os indivíduos e não vejo claramente as pessoas se importando, vejo isso com outros olhos, pois é bonito dizer que respeita os direitos e os deveres, mas o mundo tem medo do que é diferente o convívio social se dá só no papel quando falamos em portadores de necessidades especiais, conviver, trabalhar e dividir algo, sempre gerou um certo receio na sociedade, mesmo havendo diversas mudanças na constituição. Este é o momento onde temos que plantar uma semente na consciência de cada educando, mas acredito que para que haja sucesso nessa longa caminhada deve haver uma mudança de estratégia no processo-pedagógico, porque só a informação não basta é preciso que todo esse conteúdo seja experimentado, e através dessa grande experiência na vida desses alunos é que teremos um resultado satisfatório, assim tornaram-se cidadãos completos e terão compaixão perante seus semelhantes portadores de necessidades especiais.

      Muito se fala sobre o assunto, muitas alterações ocorreram até chegarmos nesse termo (Inclusão). O passado foi muito cruel com os portadores de necessidades especiais, eles sofreram muito por conta de uma sociedade que os tratavam como animais, bestas, sendo isolados da sociedade, mas a época da exclusão acabou por conta da pressão das famílias que lutaram contra tanta discriminação e se iniciou a época da segregação onde criaram-se escolas apropriadas, asilos, manicômios onde eram tratados de uma forma mais especifica, mas sempre longe da realidade de uma sociedade, o grande momento foi quando começou uma corrente de integração dos portadores de necessidades especiais nas instituições de ensino, criando-se classes especiais em escolas de ensino regular e comuns.
      A fase atual é a da inclusão, onde o cidadão especial deve conviver no mesmo ambiente que qualquer pessoa convive, sem discriminação alguma, mas agora temos a responsabilidade de mudar o cenário mais uma vez, qual será o próximo passo, a sugestão é baseada em cima do que vivemos no momento, de que não é necessário só conviver com o portador de necessidades especiais é preciso vivenciar, sentir e experimentar na prática todas as mudanças que uma possível deficiência trará em seu corpo e mente inserindo em sua consciência o respeito e o verdadeiro valor atribuído ao seu semelhante, pois é dessa maneira que os alunos em sua formação farão a diferença, pois o verdadeiro aprendizado não é a do portador de necessidades especiais, mas sim, de quem conviveu e experimentou as mudanças de um possível deficiência, seja através da convivência e da troca de experiências, assim como os alunos deficientes acham incrível chutar uma bola, os alunos sem deficiências acharam incrível a experiência de ficar alguns minutos sem enxergar, pois realmente houve uma troca mutua de experiências, onde cada um vivenciará através da sua consciência corporal a experimentação na sua totalidade.